Além de pensar em como vender seu conteúdo e atrair sua audiência, as maiores dúvidas do produtor de conteúdo surgem no momento que ele vai entregar seu material aos assinantes.

No entanto, reunimos muitas dessas dúvidas e respondemos todas elas para que você possa se preocupar com o que realmente precisa: a satisfação dos seus clientes.

Siga a leitura e entenda mais!

Sumário (clique e vá direto para o assunto que deseja)

Como posso organizar meu conteúdo?

Não só pode como deve. Se você estiver compartilhando informações na Lista de melhores amigos do Instagram deve saber que é possível salvar nos seus destaques, assim quem tem acesso àquela área poderá acompanhar tanto conteúdos que você já postou quanto conteúdos que você irá postar ainda.

Isso te permite por exemplo criar conteúdos mais longos e garantir um acesso cronológico e constante do seu conteúdo.

Recomendamos também que você deixe alguns stories fixados com preview do seu conteúdo pago por exemplo para atrair novos usuários.

Como personalizar o conteúdo dos meus emails que meus assinantes recebem?

Você pode personalizar os e-mails que são enviados para os assinantes. Atualmente, são disparados e-mails em 4 situações diferentes:

  • Boas-vindas;

  • Confirmação do Pagamento;

  • Cancelamento de Assinatura;

  • Boleto Cancelado.

Para personalizar o conteúdo de cada um deles é bem fácil!

  • Clique em “Avançado”;

  • Depois em "Personalizar Emails";

  • Escolha a que deseja e então, faça a edição;

  • Depois de editar a opção de e-mail desejada, basta que você habilite a opção “Usar email personalizado” para que ele seja enviado de acordo com a função.

🚨ATENÇÃO: Você pode personalizar o assunto e o conteúdo de todos os emails, mas o rodapé, onde estão as informações de plano e gestão de conta, serão inseridos automaticamente nele.

Quanto devo cobrar pelo meu conteúdo?

Precificar corretamente o seu conteúdo é uma etapa fundamental da proposta de venda, que desempenha o papel de aumentar potencialmente o retorno financeiro efetivo advindo das assinaturas, deslanchando também na frente da concorrência.

Primeiro, é preciso entender que a precificação no mercado digital é diferente do físico. Quando se trata de um produto convencional, na hora de fixar o preço levam-se em conta algumas variáveis, como o custo de fabricação, a projeção de retorno lucrativo, os gastos com a divulgação e os valores dos insumos integrantes do processo produtivo.

É realizada uma operação com todos esses componentes, chegando então no preço final do produto. Já no caso de produtos digitais, é mais difícil antecipar quantas vendas serão completadas e consequentemente seu respectivo custo produtivo.

Outro conceito que deve fazer parte desse raciocínio é o de lucro líquido.
Chega-se nesse valor diminuindo os custos de execução, do montante total de ganho.

Se tratando d um produto digital, os custos de produção do conteúdo não aumentam à medida que novas assinaturas são feitas. Dessa forma, não é possível pautar a nossa análise de precificação a partir das mesmas operações de um produto convencional.

A principal dica desse artigo é entender o seu público-alvo e o valor que o produto oferecido agrega a ele. Comece com as seguintes perguntas:

  • Quem são as pessoas que estariam dispostas a comprar o meu conteúdo

  • Quanto elas pagariam para ter acesso a ele?

Saber para quem o seu conteúdo se endereça é a primeira consideração no processo de precificação, assim é possível entender quanto o seu público está disposto a pagar por ele, direcionando melhor as estratégias de conversão.

Concluindo, a precificação deve se nortear primordialmente pelo entendimento do público-alvo, antecipando sua receptividade e adesão à conjuntura digital vinculada ao produto, assim como a sua percepção de razoabilidade do valor da assinatura.

Se você não tem uma ideia muito clara sobre isso, faça uma pesquisa perguntando aos seus interessados, se eles gostariam que produzisse um conteúdo mais aprofundado sobre x assunto, ou se gostariam de acompanhar algo que você faz.

Depois de entender se existe a demanda para a venda do conteúdo, pergunte também sobre valores!

6 Dicas interessantes

  • É sempre importante estudar como concorrentes do mesmo segmento vem se portando no mercado. Contudo, não se esqueça que o seu conteúdo apresenta seus próprios diferenciais, sendo a análise mercadológica apenas um elemento que incorpora o processo de precificação.

  • Deve-se ter em mente, que toda compra é emocional. Para acertar essa esfera, é vital agregar valor ao produto no primeiro momento de apresentação ao cliente, permitindo que se projete e vislumbre todas as propostas positivas e de melhoria oferecidas para a sua vida.

  • Cobrar preços muito baixos não seduz o cliente! Estatísticas demonstram que cobiçamos o que é mais caro, pois interpretamos como indício de qualidade. Portanto, não tenha vergonha de cobrar pelo seu conteúdo, e reconheça que entrega algo diferenciado e potencialmente transformador para o cliente.

  • Diante disso, entenda o compromisso com a elaboração desse conteúdo, lembrando que qualquer modalidade de assinatura exige uma produção elevada e de qualidade, pois se seus clientes não forem constantemente abastecidos, não fará sentido para eles.

  • Oferecer mais de uma modalidade de plano, com descontos embutidos nos de maior período, estampa um gatilho de oportunidade valiosíssimo como estratégia de conversão. Promover opções das quais seja possível escolher um meio termo, também é uma boa pedida.

  • De início, talvez seja mais vantajoso fixar preços mais baixos e classificar sua base de clientes, podendo valorizar o seu conteúdo futuramente. A situação inversa causa desconfortos em quem já havia assinado o conteúdo.

Ficou alguma dúvida? Abre um chamado aqui no suporte que vamos te ajudar!

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